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BOLO CANDY COLOR

8 Aug 2019

 

Se você me segue aqui no Blog e no Instagram, deve ter visto há pouco tempo uma das produções mais lindas desse mundo com a Coleção Flamingo da Michel Design Works recheada de (é claro) FLAMINGOS!

 

Caso tenha perdido o post, te conto que produzi uma receita de Cuscuz Marroquino que ficou deliciosa e muito bem apresentada no bowl e nos pratos da marca, que é trazida ao Brasil com exclusividade pela Anova Trade

 

Ficou curioso? Aqui está uma das fotos da produção e para ver a receita, clique aqui.

 

Pois bem, eis que desde essa produção do cuscuz fiquei pensando que gostaria de usar novamente os produtos mas desta vez dando atenção à estrela da coleção - o flamingo.

 

Calma, que eu não vou cozinhar o coitado do flamingo no prato de hoje não! 

 

A ideia foi apenas usar a referência das cores dele que é febre em todos os cantos por aí. Que cores?

 

As tais “Candy Colors”.

A verdade é que o retorno da moda das cores em tons pastel já tem mais de 8 anos, quando Miuccia Prada levou à passarela peças rosinhas e amarelinhas que fizeram sucesso e começaram a ser reproduzidas por diversas outras marcas, ganhando força no mundo da moda.

 

De lá pra cá, as cores clarinhas sairam das passarelas e dos quartinhos de bebê para dominar - literalmente - a casa toda. De geladeiras à toalhas de banho, de pratos à equipamentos eletrônicos, as candy colors invadiram o mercado com as mais variadas opções de produtos.

 

Mas a origem dessa moda é ainda mais antiga. A inspiração para criar cores em tonalidades claras e delicadas surgiu nos anos 60 quando tudo tinha um ar mais delicado, suave e agradável aos olhos. Roupas, eletrodomésticos e utensílios do dia a dia possuiam formato mais arredondado, curvado e sempre nas cores dos doces que também faziam sucesso na época - jujubas, confetes e marshmallows.

 

Muita gente chama a tendência das candy colors de “vintage” e hoje estou aqui para te contar que o uso dessa expressão está errado. 

 

Aliás, antigo, vintage e retrô são termos que estão bem na moda ultimamente, não é mesmo? Tá, eu sei que ficou engraçado o uso de “antigo” e “moda” na mesma frase, mas é a mais pura verdade.

 

Eu aposto que você mesmo já deve ter ouvido alguém falar que algo era “vintage” se referindo à um carro ou uma peça de antiguidade. Estou certa?

 

De fato, as três palavras - antiga, vintage e retrô - andam em alta e estão presentes em diversos segmentos, mas justamente por estarem em evidência, acabam sendo usadas de maneira errada na hora de definir um produto ou conceito.

 

Hoje te conto a diferença entre as três expressões para você nunca mais se confundir!

 

ANTIGO

 

 

Podemos chamar de antigo tudo que se refere à objetos e peças que tenham pelo menos 100 anos de idade. Um móvel, um objeto decorativo, uma roupa, enfim, qualquer peça que “assoprou velinhas” de pelo menos 1 centenário, pode ser chamada de ANTIGUIDADE e por isso se encaixa no conceito do termo “antigo”.

 

 

 

 

VINTAGE

Já o vintage é a melhor expressão a ser usada quando estamos falando de um produto também original e de outra época, mas que tenha mais de 20 e menos de 100 anos. 

Algo como é antigo, mas nem tanto, por assim dizer! Podemos chamar de vintage objetos, roupas e quaisquer outras peças que tenham sido feitas e lançadas de 1920 em diante.