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Moulin Rouge

20 Feb 2017

Talvez esse seja um dos posts mais difíceis de escrever e te conto o motivo. Ir ao Moulin Rouge é uma experiência absolutamente inexplicável. Vou me esforçar para tentar descrever tudo o que se passa durante o espetáculo.

 

A história do Moulin Rouge é completamente envolvida com a época da boemia francesa nos tempos da Belle Époque, período de cultura intelectual e artístico intenso na Europa com grande incentivo à cultura, diversão, shows e arte.

 

O Moulin Rouge, que em português significa moinho vermelho, é um cabaré construído em 1889 por Josep Oller. O cabaré fica no bairro de Pigalle, aos pés de Montmartre e a entrada é essa do foto, bastante conhecida, ponto turístico da cidade, composto por um grande moinho vermelho em movimento.

Ocorrem dois shows por dia, 365 dias por ano, totalizando algo em torno de 630 mil expectadores por ano! A casa é a maior consumidora de champagne do mundo, comprando cerca de 240 mil garrafas por ano. São 80 dançarinos, que vestem cerca de 1000 fantasias e 800 pares de sapato, todos feitos à mão. Impressionante não?!

 

Primeiro você entra em um hall em que passa nos caixas para checar seus ingressos. Nesse local tudo já é bastante decorado, cheio de luzes e os atendentes são super gentis e animados.

Entrando no salão principal você se depara com uma decoração impressionante vermelha. Tudo é vermelho, os tapetes, os lustres, as cadeiras, as cortinas, tudo. 

O salão é bem escuro, iluminado apenas pelas luzes de abajures em cada uma das mesas e a iluminação do palco. Antes do espetáculo acontece um show em que uma banda toca Frank Sinatra, Edith Piaf e Liza Minnelli.

É bem maior do que eu imaginava, cabem mais de 800 pessoas e as mesas são espalhadas por todos os cantos. 

 

O ingresso dá direito à meia garrafa de champagne por pessoa, o que é muito bacana pois você se sente em um filme, chegando e sendo acomodado por garçons muito bem vestidos que te servem de champagne assim que chega.

Pois bem, o espetáculo que assisti foi o Féerie, composto por diversos atos que incluem interpretação, canto, malabarista, ventriloquista e muita, muita dança. As roupas são impressionantes, super coloridas, cheias de brilhos, luzes e penas. Não tem uma sequencia muito lógica o show, a ideia é entreter o público e por isso não tem um desenrolar da história, são atos separados e bastante divertidos.

 

Como disse, é difícil explicar exatamente o que acontece, até porque acontece muita coisa ao mesmo tempo! Dançarinos entrando e saindo, cenário mudando, pôneis entrando no palco, piscina transparente com cobras dentro, enfim, é tudo isso junto e misturado. Mas se tivesse que resumir, eu diria que é algo que parece levemente com um circo antigo. 

Foi minha primeira experiência no Moulin Rouge e posso dizer que adorei! Foi muito divertido, ri como há tempos não ria, o ambiente é bem diferente e vou indicar para todo mundo, pelo menos uma vez na vida ter a experiência de visitar o Moulin Rouge.